{"id":212,"date":"2019-02-12T11:11:30","date_gmt":"2019-02-12T13:11:30","guid":{"rendered":"http:\/\/www.titomartinojazz.com.br\/cms\/?p=212"},"modified":"2019-03-06T13:35:42","modified_gmt":"2019-03-06T16:35:42","slug":"jazz-hoje","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.titomartinojazz.com.br\/cms\/2019\/02\/12\/jazz-hoje\/","title":{"rendered":"Jazz hoje"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Por Tito Martino<\/strong><br><strong>Julho&nbsp;2004<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>No in\u00edcio deste s\u00e9culo 21 vemos a Cultura como um todo sendo subjugada pela globaliza\u00e7\u00e3o da Economia; e a Arte sendo nivelada por baixo, para facilitar o consumo e ampliar o comercio. E a maior parte dos meios de divulga\u00e7\u00e3o de massa endossando o processo. S\u00e3o os tempos da musica popular descart\u00e1vel, da banalidade indecente dos &#8220;reality-shows&#8221; e da aberra\u00e7\u00e3o dos DJ substituindo as orquestras.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A palavra JAZZ, hoje, n\u00e3o significa mais nada. Foi t\u00e3o abusada em sua aplica\u00e7\u00e3o e t\u00e3o violentada em seu conte\u00fado cultural que perdeu todo sentido e adquiriu uma conota\u00e7\u00e3o principalmente comercial. Pois hoje existe a dan\u00e7a (ou gin\u00e1stica?) Jazz, o perfume Jazz, um modelo de autom\u00f3vel Jazz, sem falar no Jazz-Pop, Jazz-Funk, Jazz-Rock, Jazz-Rap, Jazz-Country, Jazz-Bossa e tudo mais que puder vender melhor com a etiqueta &#8220;Jazz&#8221;&#8230; Puro com\u00e9rcio. Mas ent\u00e3o cabe perguntar: e a m\u00fasica JAZZ? O que \u00e9 hoje? De onde veio? Que \u00e9 feito da cultura do JAZZ? Para responder essas perguntas, o m\u00fasico erudito e tamb\u00e9m pistonista de Jazz Winton Marsalis apresentou recentemente um programa televisado onde explicou as Ra\u00edzes do JAZZ original. Trinta anos antes o maestro Leonard Bernstein j\u00e1 havia feito o mesmo em disco. Tamb\u00e9m recentemente foi apresentada na televis\u00e3o a s\u00e9rie de 12 programas &#8220;JAZZ&#8221;, do diretor norte-americano Ken Burns.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Na mesma linha destes precedentes, o TITO MARTINO JAZZ BAND tem o mesmo objetivo: apresentar \u00e0s pessoas cultas o JAZZ, inspirado nas fontes originais, como \u00e9 tocado HOJE por alguns jazzistas paulistanos com carreira internacional, para entretenimento, aprecia\u00e7\u00e3o art\u00edstica e para ajudar a preservar a Cultura do JAZZ.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>* * *&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O ato criativo puro \u00e9 algo misterioso que transcende a condi\u00e7\u00e3o humana. No Jazz Autentico quase tudo que \u00e9 tocado \u00e9 improvisado; portanto \u00e9 criado no momento, mas sem nunca perder de vista as verdadeiras Ra\u00edzes do Jazz: os blues, os spirituals, os ragtimes, as can\u00e7\u00f5es folcl\u00f3ricas europ\u00e9ias e latino-americanas, e o ritmo envolvente dos tambores africanos. O Jazz autentico liga fraternalmente ra\u00edzes musicais Africanas e Europ\u00e9ias; e assim como no Xadrez, partindo de regras tradicionais, pode construir variantes novas e criativas. \u00c9 um trabalho de Equipe que requer talento, respeito, conhecimento e disciplina. O JAZZ autentico encerra, como toda m\u00fasica, a dualidade do Apol\u00edneo e do Dionis\u00edaco ( o ideal do Belo e o ideal do Prazer) mas, na sua comparativa simplicidade, realiza cada vez que \u00e9 recriado, uma Alquimia meio m\u00e1gica, que transforma tanto o int\u00e9rprete como o ouvinte.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Estes s\u00e3o os tesouros do JAZZ que o TITO MARTINO JAZZ BAND oferece a voc\u00ea HOJE.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tito Martino &#8211; julho 2004<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Tito MartinoJulho&nbsp;2004 No in\u00edcio deste s\u00e9culo 21 vemos a Cultura como um todo sendo subjugada pela globaliza\u00e7\u00e3o da Economia; e a Arte sendo nivelada por baixo, para facilitar o consumo e ampliar o comercio. 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