JAZZ COM PAIXÃO E SIMPLICIDADE – O JAZZ DE TITO MARTINO

O TITO MARTINO JAZZ BAND toca o JAZZ TRADICIONAL AUTENTICO DE RAIZ, assim como foi tocado por Louis Armstrong, Benny Goodman e Duke Ellington. Eles não copiam nem fazem “tributos” : eles criam interpretações novas, atuais, respeitando as Raízes musicais do Jazz, do mesmo modo como no xadrez criamos novas jogadas respeitando as regras do jogo.

OS COMPONENTES DO TITO MARTINO JAZZ BAND

Começou copiando o clarinete de Johnny Dodds; mas logo descobriu Sidney Bechet, Albert Nicholas e o grande universo dos clarinetistas de Jazz. Desde então tem feito sua própria síntese musical e na opinião de John Wilson, o mais antigo crítico de Jazz dos Estados Unidos, “Tito não copia ninguem e tem seu próprio estilo”. Mas Tito sempre afirma que “uma andorinha só não traz o verão” e que sem os seus excelentes companheiros de Banda ele não seria nada. Em seguida, um pouco da história dessas “feras”.


Tito Martino

Gravou 8 LP’s, cinco CD´s, produziu e apresentou a série de programas “Jazz Connection” na Rádio Cultura FM. Criou, deu nome e liderou durante 20 anos o extinto Traditional Jazz Band original, considerado pela critica melhor Jazz Band estrangeira no Festival Internacional de Jazz Tradicional de New Orleans e com o qual tocou em 15 cidades nos U.S.A.; criou e dirigiu em São Paulo a lendária casa de Jazz OPUS 2004, tocou com expoentes máximos do Jazz norte-americano: Teddy Wilson, Oscar Peterson, John Pizzarelli, Louis Barbarin, Bob Wilber, Bob Haggart, Gus Johnson, Louis Nelson, Alvin Alcorn, e outros. Começou copiando o clarinete de Johnny Dodds; mas logo descobriu Sidney Bechet, Albert Nicholas e o grande universo dos clarinetistas de Jazz. Desde então tem feito sua própria síntese musical e na opinião de John Wilson, o mais antigo crítico de Jazz dos Estados Unidos, “Tito não copia ninguem e tem seu próprio estilo”.

Mas Tito sempre afirma que “uma andorimha só não traz o verão” e que sem os seus excelentes companheiros de Banda ele não seria nada. Em seguida, um pouco da história dessas “feras”.


Alexandre Hage, Pianista

O primeiro contato de Alexandre com o mundo musical foi bastante informal: ainda criança, começou a tocar órgão imitando a mãe, sem qualquer aula ou noção formal de harmonia musical. Observando o interesse e aptidão, os pais o matricularam em um conservatório, onde obteve toda a formação musical básica. Mais tarde estudou 2 anos de piano clássico. Nos Anos 90, o Maestro João Missali, vizinho de bairro, criador e lider do “New Orleans Jass Band”, o convidou para participar da banda. Foi a primeira experiência prática com a música, e desta forma, encantado com a liberdade e força de expressão do Jazz Tradicional, concentrou-se em estudar e aprimorar o estilo, tornando-se um dos raríssimos pianistas no Brasil capaz de interpretar com fidelidade e criatividade o dificílimo modo de tocar de um do “inventores” do Jazz, o pianista Jelly-Roll Morton.

Participa ativamente das apresentações do New Orleans Jass Band e do Tito Martino Jazz Band, tendo atuado em shows, Concertos e Festivais de Jazz Tradicional incluindo casas de Jazz, MASP, Theatro Municipal de São Paulo, Theatro São Pedro, entre outros.


Billy Ponzio, Bateria

Começou a tocar bateria aos 13 anos.
Em 1998 foi para a Escócia como percussionista de uma banda de gaita-de- foles-escocesa�brasileira.
Em 2004 ingressou na Tito Martino Jazz, participando de importantes concertos, programas de tv, festival de jazz em Portugal e um memorável show com o guitarrista John Pizzarelli em 2010.
Em 2013 produziu o Cd “Pioneiros do Jazz Paulistano&quot.
Em 2014, lançou seu primeiro album autoral, de música experimental.
É um estudioso da linguagem da bateria dos primórdios do jazz e de seus bateristas.
Continua fazendo jazz com Tito Martino até os dias de hoje.


Ricardo Baldacci, Jazz-Guitar e Vocais

Paulistano, auto-didata, reinterpreta o swing-jazz das décadas de 1930 e 40. Já se apresentou em Festivais de Jazz nos EUA, Suécia, Argentina e lançou três CDs como líder. 
Gravou com Martin e Bucky Pizzarelli, Larry Fuller e Angela Maria. Considerado como “referência do Swing Jazz no Brasil”, sob as influências de Nat King Cole, Frank Sinatra e John Pizzarelli, tem os clássicos do jazz em seu repertório. 

Participa do TITO MARTINO JAZZ BAND como rhythm-guitar, vocalista e solista de destaque. 
Em sua discografia, possui dois álbuns como líder ao lado do lendário guitarrista Bucky Pizzarelli. Contabiliza apresentações no Made In New York Jazz Festival (EUA), realizadas no Tribecca Arts Center lotado, e XVº Festival Internacional de Jazz. Na Suécia, tocou Jazz Tradicional sob direção artística da respeitada Carling Family. Participou do 30º Aniversário do Festival de Herrang Dance Camp, quando ganhou o prêmio de Swing Battle.


Ricardo Ramos, Contrabaixo acústico e elétrico

Fez curso superior em música, começou os estudos de música com 10 anos de idade. Estudou antes de ingressar na Faculdade em conservatório de música no município de São Paulo, onde se formou. Atua como professor e musico. Concorreu ao Prêmio Grammy Latino de música instrumental. Participou do Jazz Camp de Herrang na Suécia e atuou como musico convidado em Big Band de Jazz da cidade de Estocolmo. 

Ricardo Ramos na sua atividade como musico instrumentista participa de eventos coorporativos, festas, shows, concertos e gravações. Na parte de pesquisa, se dedica ao estudo da linha do tempo no jazz que também é um dos assuntos que leciona. É contrabaixista no TITO MARTINO JAZZ BAND, onde funciona como uma âncora harmônica e rítmica do conjunto, inspirado pelos grande baixistas pioneiros Pops Foster, Ed Garland, Steve Brown, Milt Hinton, Bill Johnson.


Ricardo Varella, Piano e Teclado

Iniciou seus estudos de piano em 2004. Após alguns anos de estudo seguiu, em 2012, para a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Desde o início, gostou muito do piano e de tocar em público, sempre dando preferência a estilos que fornecem liberdade artística, como o Jazz.

Tem preferência especial por ritmos suíngados, americanos ou brasileiros. Atua frequentemente nas casas noturnas de São Paulo, como bares e restaurantes, participa de gravações, eventos e casamentos, além de viajar pelo Brasil com diversas bandas. Graças ao gosto pela música e pelo piano, está presente quase diariamente na cena paulistana, sempre feliz por tocar. Representando a nova geração de jovens músicos que estão descobrindo e se iniciando no Jazz Tradicional, começou recentemente uma participação no TITO MARTINO JAZZ BAND, orientado por Tito Martino que o faz pesquisar os pioneiros do piano de Jazz autentico, Jelly Roll Morton, Fats Waller, Earl Hines, Teddy Wilson. 


Tito Martino apresentou-se em Festivais Internacionais de Jazz em New Orleans (onde sua Banda foi considerada a melhor Banda estrangeira), em Askersund e Linkoping (na Suécia), Ascona (Suíça), e também em Washington, New York, Miami, Toledo, Akron, Paris, Viena, Coimbra, Estocolmo, Buenos Aires, Saint Louis, Chicago, Lyon. 

Tocou JAZZ DE RAIZ com Hermeto Paschoal, com Elis Regina e César Mariano, e com o Maestro Diogo Pacheco, que elogiaram seu trabalho. Seu conjunto foi aplaudido por 30.000 pessoas no Maracanãzinho tirando o sétimo lugar no IIIº FIC Festival internacional da Canção com a “Dança da Rosa”.

O Jazz de Raiz é o Jazz com Swing, inventado em New Orleans e inspirado nos Blues, Ragtimes, Spirituals, Bandas marchantes, e nos tambores tribais africanos…. é entretenimento, sim, é diversão, mas o que é mais importante, é Musica em sua plenitude.

Tito Martino recebeu criticas elogiosas com suas fotos no Washington Post e no New York Times. Foi o fundador e líder durante 20 anos do Traditional Jazz Band (o original), criou e dirigiu a lendária casa de Jazz OPUS 2004 nos anos 70/80,onde tocou em jams com grandes nomes do Jazz dos USA e da Europa. Produziu e apresentou programas de Jazz na Radio e na TV Cultura. Gravou 8 LPs e 5 CDs. 

O princípio, o fundamento de Tito, que tocou com Teddy Wilson (pianista de Benny Goodman), com Oscar Peterson, John Pizzarelli, Roy Eldridge, entre outros nomes importantes do jazz, é que ele quer se expressar livremente respeitando as Raízes do Jazz. 

Diz Tito, “Eu quero ser simples. Quero me comunicar com simplicidade. Eu toco o jazz não sofisticado – o Jazz que lava a alma ! “. Talvez por isso o TITO MARTINO JAZZ BAND nos últimos 50 anos, em suas diversas formações, vem sendo apreciado e aplaudido com entusiasmo por um publico de todas as idades e de todos os quadrantes. Bom humor, musicalidade, liberdade das improvisações individuais e coletivas, são as marcas do conjunto, mas principalmente a honestidade com que exibem sua arte e o seu conhecimento verdadeiro das raízes do jazz. Com a formação atual de quinteto, o TITO MARTINO JAZZ BAND mantém aceso e brilhante o fogo sagrado do Jazz Tradicional.